A Saúde Pública no Brasil Merece um Sorriso? Sem Avaliações.

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E aí gente! Tudo bem com vocês?

Prontos para mais um assunto interessante sobre o Seu Sorriso?

Depois do Sucesso da Semana Passada sobre a declaração pra lá de polêmica feita por Bolsonaro (de que Problemas Dentários podem causar Partos Prematuros), eu pergunto para vocês:

Como Está o Sorriso do Brasileiro na Saúde Pública e Privada?

Pois é. Época de eleição e lá se vem as promessas dos políticos.

Sim, estamos cansados de ver que a cada 2 anos é a mesma coisa.

E é tão simples ver que se TODOS focassem em Educação, Saúde e Segurança, muito poderia estar melhor.

E os dois outros pontos, apesar de serem essenciais, não vai ser o nosso foco aqui. Vamos focar na Saúde e no Sorriso do Brasileiro.

Mas antes, achei importante voltar  um pouco na história e saber como a Saúde Pública começou aqui no Brasil.

Será que Você tem alguma ideia de como era o Sistema de Saúde Pública Antes do SUS? Ou antes de existirem os Planos de Saúde?

Eu não sabia exatamente como foi e pesquisei muito pra falar sobre isso pra vocês.

Preparados?

BRASIL COLÔNIA

Os povos  indígenas já habitavam o território brasileiro e tinham algumas enfermidades. Porém, o homem europeu trouxe novas doenças e por não terem imunidade, houve um grande número de mortes. E pouco se foi feito em relação a isso na época.

Com a chegada da Família Real portuguesa em 1808, houve a fundação de cursos universitários. Foram criados os cursos de Medicina, Cirurgia e Química.

E houve a ligação de entidades religiosas e tratamentos de saúde muito forte, com a criação das Santas Casas de Misericórdia. Elas foram fundadas pelos religiosos entre o século XVIII e 1837.

Antes da Constituição de 1824, algumas das santas casas no Brasil eram: as Santas Casas de Santos (1543), Salvador (1549), Rio de Janeiro (1567), Vitória (1818), São Paulo (1599), João Pessoa (1602), Belém (1619), entre diversas outras.

A Odontologia praticada restringia-se quase que somente às extrações dentárias.

INDEPENDÊNCIA

Além de transformar escolas em faculdades, D. Pedro II criou órgãos para vistoriar a higiene pública principalmente na nova capital brasileira, o Rio de Janeiro.

Isso visava mudanças urbanas (calçadas e iluminação) e higienizar o centro urbano.

Isso provocou a expulsão de pessoas de classe social mais inferior do centro da cidade, fazendo com que houvesse o surgimento das FAVELAS.

A higienização sanitária deveria ocorrer por conta das recorrentes endemias de febre amarela, peste bubônica, malária e varíola, doenças associadas à falta de saneamento básico e de higiene.

Os esgotos corriam a céu aberto e o lixo era depositado em valas. Assim, o alvo da campanha pela saúde pública nesse princípio de século XIX foi estruturar o Saneamento Básico.

Em 1813 D. João fundou a Academia Cirúrgico do Rio de Janeiro.

Em 1840 surgiu a 1a Escola de Odontologia do mundo – Baltimore (EUA)

Em 1850 – decreto lei 598 – criação da junta de Higine Pública.

25 de outubro de 1884 – decreto no 9311 – novos estatutos às faculdades de Medicina

FIM DA ESCRAVIDÃO EM 1888

Após a declaração do fim da escravidão em 1888, o país ficou dependente de mão de obra imigrante.

E para o governo, o crescimento do país dependia de uma população saudável e com capacidade produtiva.

1892 – Laboratórios bacteriológicos, vacinogênico e de análises clínicas e farmacêuticas – instituto Butantão e Adolfo Lutz.

Porém, entre 1900 e 1920, o Brasil ainda era refém dos problemas sanitários e das epidemias.

Tiveram muito destaque os sanitaristas, sendo um dos destaques o médico Oswaldo Cruz. Conforme as vacinas eram uma novidade, ele enfrentou revoltas populares, pela falta de explicação sobre o que era a Vacina.

Além desses, Instituto Pasteur (1903) e houve a “Lei da Vacina” em 1904.

Havia muita doença rural, como parasitas intestinais, doença de Chagas e Tuberculose). Em 1918 apareceu a gripe espanhola,causando milhares de mortes

Em 1920 foi criado o Departamento Nacional de Saúde Pública (DNSP).

MARCO – 1923: Criação CAPS para empregados das empresas ferroviárias (caixa de aposentadorias e pensões)

GETÚLIO VARGAS – 1932

 

Exercendo uma atuação mais centralizada, inclusive em relação à Saúde Pública, ele focou no tratamento de epidemias e endemias, porém sem muito avanço.

Em 1933 houve a abrangência do IAPS – institutos de aposentadorias e pensões.

Podemos dar um destaque à Constituição de 1934 concedeu novos direitos aos trabalhadores, como assistência médica e “licença-gestante”.

1943: Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)

Havia a Saúde Bucal nas CAPS e IAPS e o Sistema Incremental, oferecimento de atendimento emergencial.

Odontologia Preventiva – Saúde Pública

Odontologia Curativa – responsabilidade da clínica particular e dos serviços sociais

A partir dos anos 50 o SESP (Serviço de Saúde Pública – 1942) cria um subsetor odontológico ligado ao Ministério da Saúde.

O SESP promoveu a fluoretação da água e Sistema Incremental.

Ele foi o primeiro sistema público organizado do país. É um Método de trabalho que visa o completo atendimento dentário de uma população, eliminando suas necessidades acumuladas e posteriormente mantendo-a sob controle, segundo critérios de prioridades quanto a idades e problemas).

MINISTÉRIO DA SAÚDE – 1953

As Conferências Nacionais de Saúde tiveram um papel muito importante na consolidação do entendimento da importância da saúde pública no Brasil.

Havia a Odontologia Sanitária e Sistema Incremental curativo-reparador.

SAÚDE PÚBLICA DE 1964-1985

1966 – Instituto Nacional da Previdência Social foi criado.

1968 a 1974 – Milagre econômico

Infelizmente no auge do milagre econômico, as verbas para saúde eram baixas: 1% do orçamento geral da União.

A atenção primária de pacientes começou a ser considerada cada vez mais como responsabilidade dos municípios e os casos mais complexos eram considerados como sendo responsabilidade dos governos estadual e federal.

E nessa época as políticas públicas começaram a se estruturar de modo que começaram a envolver as Secretarias Municipais de Saúde. Posteriormente se estenderam aos estados e a ministérios, como os Ministérios da Previdência Social e da Saúde.

Havia a Odontologia Simplificada e Odontologia Integral – Prevenção e Promoção de Saúde

O atendimento em Saúde Bucal era de livre demanda e reproduzia em nível público a Odontologia de mercado – a prática era empobredida com serviços de má qualidade.

ANOS 80

Ao fim do governo militar, as propostas da Reforma Sanitária foram reunidas num documento chamado Saúde e Democracia, enviado para aprovação do Legislativo.

Uma das conquistas foi a realização da 8ª Conferência Nacional da Saúde em 1986. O relatório da conferência teve suas principais resoluções incorporadas à Constituição Federal de 1988.

A reforma sanitária se refere às ideias de uma série de mudanças e transformações necessárias à saúde.

A Constituição Federal de 1988 foi o primeiro documento a colocar o direito à saúde definitivamente no ordenamento jurídico brasileiro. A Constituição ainda determina que o sistema de saúde pública deve ser gratuito, de qualidade e universal, isto é, acessível a todos os brasileiros e/ou residentes no Brasil.

O Sistema Único de Saúde foi regulado posteriormente pela lei 8.080 de 1990 de 19/09/1990 e Lei 8142, em que estão distribuídas todas as suas atribuições e funções como um sistema público.

A CPMF foi um engodo, pois o Governo Federal destinada esta receita para a Saúde, mas em contrapartida deixava de repassar receitas de outras fontes.

E HOJE? COMO ESTÁ A SAÚDE DO BRASILEIRO?

Atualmente somos em torno de 200 milhões de habitantes e 75% são diretamente dependentes do SUS. Temos 25% na Saúde Suplementar (convênios).

Existe alguns pontos positivos: Temos 06 programas que são considerados referência em Congressos Internacionais. São eles:

  1. SAÚDE DA FAMÍLIA (PSF – início em 1994)
  2. PROGRAMA DE VACINAÇÃO
  3. CONTROLE DE HIV/ AIDS (apesar de que foca no tratamento e não está sendo efetivo na prevenção, visto o surto da doença no Brasil);
  4. TRANSPLANTES
  5. TRATAMENTO CONTRA HEPATITE C
  6. CONTROLE DE TABAGISMO

Porém, temos 10 grandes desafios sendo enfrentados:

1.Falta de Médicos e Dentistas em UBSs e muitas cidades pelo país;

2. Longa Espera para marcar consulta médica e odontológica na rede pública;

3. Faltam leitos em hospitais para internação e não há dentistas em UTIs;

4. Atendimento de emergência de péssima qualidade, segundo avaliação de usuários;

5. Falta de recursos federais para a Saúde e má administração desses recursos;

6. Discriminação dos pacientes por parte dos profissionais de saúde (pesquisa);

7. Formação excessiva de Médicos e Dentistas, aumentando o número de profissionais no mercado e diminuindo a qualidade do ensino;

8. Mensalidades dos planos de saúde médicos e planos odontológicos com valores alvitantes – Judicialização da Saúde Brasileira;

9. ANS e órgãos representantes das classes da Saúde não são eficazes na fiscalização da ética nas profissões na área da saúde;

10. Falta de incentivo à Prevenção e Informação de base nas escolas;

COMO ESTÁ O SORRISO DO BRASILEIRO ?

Uma Pesquisa recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicou que 11% da população brasileira não possui nenhum dente.

O mesmo estudo indicou que 75% dos atendimentos de Saúde Bucal aconteceram em redes privadas.

Especialistas alertam que a falta de Saúde Bucal pode levar a problemas graves e não é apenas uma questão meramente estética.

*Há pesquisas indicando que doenças periodontais em grávidas prejudicam o desenvolvimento do bebê e podem causar PARTO PREMATURO, por exemplo, conforme falado no artigo anterior (LINK).

** Pacientes com indicação de CIRURGIA CARDÍACA não tem o procedimento liberado para ser feito (transplante, por exemplo) caso não tenham a saúde bucal em ordem. Obrigatoriamente devem passar no Dentista.

*** Pacientes com DIABETES e que não cuidam da saúde bucal têm o seu quadro piorado. Isso porque um prejudica o outro. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que 16 milhões de brasileiros sofrem de diabetes. Ainda de acordo com o estudo, a taxa de incidência da doença cresceu 61,8% nos últimos dez anos. O diabetes é uma epidemia global e o Brasil ocupa o 4º lugar no ranking dos países com o maior número de casos, atrás de China, Índia e Estados Unidos. Vários fatores desempenham papel importante para este crescimento em países em desenvolvimento: obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada. Além disso, as complicações (retinopatia, doença renal do diabetes, amputações, infartos e derrames) ainda são frequentes.

**** ATLETAS que apresentam problemas bucais podem ter LESÕES MUSCULARES frequentes, pois os microorganismos circulantes se alojam nas células com colágeno e normalmente estão na parte posterior da coxa.

Portanto, Cuidar da Saúde Bucal é essencial para a Sua Saúde! 

ELEIÇÕES 2018

O PAPEL DE CADA CARGO POLÍTICO

“A Saúde passou é uma Responsabilidade Solidária da União, Estados e Municípios.”

E no que diz respeito à área da Saúde no Brasil, o município aparece como principal responsável.

Assim, compete ao Município criar suas políticas de saúde e também colaborar com a aplicação das políticas nacionais e estaduais dessa área, coordenando e planejando as ações do Sistema Único de Saúde (SUS) em âmbito local.

Aplica recursos próprios (mínimo de 15% de sua receita) e os repassados pela União e pelo estado.

De quatro em quatro anos, os eleitores de São Paulo escolhem 94 deputados estaduais para representá-los.

A função do deputado estadual ou distrital é equivalente à do deputado federal, mas com aplicação no estado: cabe a ele propor leis estaduais, levar à discussão e à aprovação, além de fiscalizar a atuação do governador.

Sua função principal no exercício do cargo é legislar, propor, emendar, alterar e revogar leis estaduais. Além de fiscalizar as contas do governo estadual, criar Comissões Parlamentares de Inquérito e outras atribuições referentes ao cargo.

A principal função do deputado federal é legislar.

Atualmente, cada estado pode eleger no mínimo 8 e no máximo 70 deputados

Cabe a ele propor, discutir e aprovar leis que podem alterar até mesmo a Constituição.

É também o deputado federal quem aprova ou não as medidas provisórias, propostas pelo presidente.

Fiscalizam também e controlam as ações do Poder Executivo.

Existe o Tribunal de Contas da União(TCU) responsável por avaliar a aplicação dos recursos públicos.

Os deputados Federais também podem solicitar informações a órgãos do governo e aos ministros que são obrigados a prestar explicações.

São os deputados federais que aprovam o Orçamento da União – ela é uma lei editada todos os anos pelo Executivo, onde são listadas as receitas e despesas do governo federal.

Quando existem denúncias ou suspeitas de irregularidade, os deputados federais podem criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar um tema ou situação específica.

Os deputados Federais são os únicos com poderes para autorizar a instauração de processo de impeachment contra o presidente da República, bem como o vice-presidente. .

Segundo o artigo 52 da Constituição Federal Brasileira de 1988, cabe exclusivamente ao Senado Federal do Brasil:

  • Processar e julgar, nos crimes de responsabilidade: Presidente da República, Vice Presidente, Ministros do Supremo Tribunal Federal, Membros do Conselho de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, Procurador-Geral da República, Advogado-Geral da União e, nos crimes conexos ao Presidente e Vice, Ministros de Estado, Comandantes das Forças Armadas.
  • Aprovar a nomeação de autoridades indicadas pelo Presidente da República:Ministros de Tribunais Superiores, Ministros do Tribunal de Contas, Presidente e Diretores do Banco Central do Brasil, Procurador-Geral da República, Chefes de Missão Diplomática e outros cargos que a lei determinar.
  • Autorizar operações externas de natureza financeira, de interesse da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios
  • Fixar, por proposta do Presidente da República, limites globais para o montante da dívida consolidada da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
  • Dispor sobre limites globais e condições para as operações de crédito externo e interno da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, de suas autarquias e demais entidades controladas pelo Poder Público federal
  • Dispor sobre limites e condições para a concessão de garantia da União em operações de crédito externo e interno
  • Estabelecer limites globais e condições para o montante da dívida mobiliária dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
  • Suspender a execução, no todo ou em parte, de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal
  • Aprovar, por maioria absoluta e por voto secreto, a exoneração, de ofício, do Procurador-Geral da República antes do término de seu mandato
  • Elaborar seu Regime Interno;
  • Dispor sobre sua organização, funcionamento, polícia, criação, transformação ou extinção dos cargos, empregos e funções de seus serviços, e a iniciativa de lei para fixação da respectiva remuneração, observados os parâmetros estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias
  • Eleger membros do Conselho da República
  • Avaliar periodicamente a funcionalidade do Sistema Tributário Nacional e o desempenho das administrações tributárias da União, dos Estados e do Distrito Federal e dos Municípios.

  • O chefe do poder Executivo estadual tem importantes responsabilidades em relação à SEGURANÇA PÚBLICA. Na Constituição Federal, artigo 144, encontramos que “a segurança pública é dever do Estado”. Mas não se confunda: o Estado que o artigo menciona é o poder público brasileiro como um todo, incluindo governo federal e municípios. As Polícias Civil e Militar, que são diretamente subordinadas ao governador. 
  • Os governos estaduais têm responsabilidade sobre toda a infraestrutura criada e mantida sob sua alçada. Rodovias e portos estaduais, por exemplo, precisam receber atenção do governador. Sistema de metrô também.
  • Definir o orçamento estadual
  • Angariar investimentos federais para o estado e seus municípios. É importante esclarecer que os estados já recebem transferências garantidas pela Constituição, chamadas transferências constitucionais. A princípio, a União precisa repassar aos estados 21,5% da receita do Imposto de Renda e outros 21,5% vindos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Isso é feito pelo Fundo de Participação dos Estados (FPE). Em 2016, R$ 69,9 bilhões foram repassados aos estados por esse fundo, de acordo com dados do Tesouro Nacional.
  • Administração do sistema prisional;
  • Atuar no processo legislativo estadual: propões projetos de lei que devem ser aprovadas na Assembléia Legislativa. Pode vetar e sancionar leis aprovadas pelos deputados estaduais.
  • Os estados compartilham com municípios e União a tarefa de oferecer EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE.  A Constituição inclusive obriga os estados a colocar 25% da sua receita com impostos nessa área (artigo 212). O principal foco é o ensino médio (hoje considerada a mais problemática das etapas do ensino formal). O governo estadual pode ajudar municípios a oferecer o ensino fundamental e criar instituições de ensino superior.
  • O governo estadual também tem seu papel em relação à SAÚDE. É da alçada do governador criar as políticas de saúde estaduais e organizar o atendimento de saúde, construindo e mantendo hospitais e instalações como laboratórios, hemocentros (doações de sangue) e centros de atendimento complexo (por exemplo, os hospitais do câncer). São os Estados que cuidam da Vigilância Sanitária e Epidemiologica, ambas fundamentais para garantir a saúde dos cidadãos. Para cumprir tantas obrigações relevantes, a Constituição Federal obriga os estados a destinar 12% de sua receita de impostos à saúde.

Compete ao governador, por meio de uma Secretaria Estadual de Gestão de Saúde, criar suas próprias políticas de saúde, bem como apoiar a execução das políticas nacionais de saúde, aplicando recursos  próprios e os repassados pela União no atendimento à Saúde em seu território.

Isso inclui o planejamento e a coordenação de ações do SUS no Estado, assim como o repasse de verbas aos municípios.

Vivemos em uma República Presidencialista. O Presidente da República é a autoridade máxima da política brasileira: é o Chefe do Poder Executivo do país.

Nas repúblicas presidencialistas – como o Brasil – o presidente é eleito pelo voto direto e universal. O candidato a Presidente da República deve ter no mínimo 35 anos de idade.

Como Chefe de governo, o presidente é responsável por ações e decisões do cotidiano da política brasileira. Como gerir a administração federal, criar políticas públicas e programas governamentais, sugerir LEIS, dentre outras atividades.

Como Chefe de Estado, é o representante máximo do país perante o mundo. Ele recebe autoridades estrangeiras e também cabe a ele boa parte da representação diplomática do país no exterior.

Apesar de não ser o principal responsável pela prestação dos serviços de saúde, o Governo Federal é o Principal Financiador da Rede Pública de Saúde.

Fica a cargo do presidente escolher a pessoa que comanda o Ministério da Saúde, assim como avalizar as políticas nacionais de saúde formuladas pelo órgão e os repasses dos recursos federais para que os municípios, os estados e o Distrito Federal as coloquem em prática.

O Ministério da Saúde também responde pelo planejamento, criação de normas, avaliação, fiscalização e controle das ações do SUS em todo o país.

Além disso, ele tem respondido pela aplicação de metade dos recursos gastos com saúde pública em todo o Brasil, com recursos previstos anualmente no Orçamento da União, que devem ser no mínimo iguais ao do ano anterior corrigidos pela variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com a Emenda Constitucional no 29.

Boa parte das funções práticas do que faz o presidente no Brasil estão descritas detalhadamente no artigo 84 da Constituição Federal.

QUAL O PAPEL DO PRESIDENTE NO BRASIL?

O presidente responde pela infraestrutura nacional – transportes, comunicação, fontes de energia, pelas políticas de saúde, cultura e educação. Também cuida da defesa e das relações com outros países.

– Gerir toda a organização da administração federal. O presidente pode criar ou eliminar ministérios

– Escolher, nomear ou exonerar do cargo os ministros de Estado, que são os responsáveis por colocar em execução as políticas do governo.

– Nomeações relativas a cargos de grande relevância nacional também devem partir do presidente. Como nomear comandantes do Exército, Marinha, Aeronáutica, indica ministros do STF e tribunais superiores (caso de morte ou aposentadoria). Além de nomear presidentes e diretores do Banco Central, Procurador-Geral da República, entre outros.

– Seu dever é de aplicar as leis do país, principalmente as que pertencem à Constituição Federal.

– Pode propor leis e pode enviar ao Congresso Nacional projetos de lei que tenham a ver com as suas atribuições, como a criação de Universidades Federais, de cargos e funções na administração federal ou criação e extinção de ministérios, entre outros.

– Depois as leis que são aprovadas no Congresso chegam até o Presidente para que ele então as aprove ou vete.

 – O único que emitir Medidas Provisórias, que já vigoram com força de lei antes da análise e aprovação do Congresso (reforma do ensino médio brasileiro).

O governo federal pode fazer por meio da União transferência da SAÚDE E EDUCAÇÃO públicas nos estados e municípios. Mas há funções que não valem ao presidente (exemplo: água é Estadual, Asfalto é municipal).

******É importante ressaltar que os cargos legislativos (deputado estadual ou distrital, deputado federal e senador) também desempenham importante papel na oferta de Saúde Pública à população na medida em que compete a eles a criação e/ou aprovação das leis que instituam os programas que executem as políticas públicas para o setor, assim como a aprovação do orçamento da saúde e a fiscalização dos atos do governo.

AGORA PRECISO MUITO DA AJUDA DE VOCÊS !! 

Pois bem! Agora que a gente sabe como surgiu a Saúde Pública do Brasil, bem como sabemos as responsabilidades de cada cargo público envolvido nessa eleição, eu gostaria de pedir uma ajuda!

Semana que vem a gente continua com o assunto, e QUERO MUITO Colher propostas de candidatos para melhorar a Saúde Bucal no Brasil.

Seja qual cargo for e de que partido for, quero listar aqui algumas propostas e colher mais outras com vocês.

Isso para ver o quanto a Saúde Bucal está em pauta com uma das prioridades das campanhas.

Conto com vocês!

E até a próxima semana!

Paula Abreu

Referências:

https://guiadoestudante.abril.com.br/blog/atualidades-vestibular/conheca-a-historia-da-saude-publica-no-brasil/

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/08/28/Como-os-candidatos-tratam-da-sa%C3%BAde-nos-planos-de-governo

http://www.politize.com.br/presidente-da-republica-o-que-faz/

http://www.ebc.com.br/noticias/eleicoes-2014/2014/08/saude-publica-qual-e-a-competencia-dos-cargos-politicos

 

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Sobre o Autor: Paula Pinheiro Abreu

Olá! Sou Paula Abreu. Sou formada em Odontologia pela UNESP de São José dos Campos e especialista em Radiologia e Imaginologia Odontológica pela USP (FUNDECTO). Estou atenta a tudo o que acontece no dia-a-dia e acredito que uma situação por mais simples que seja, podem nos ajudar a melhorar. Depende de nosso olhar! Porque Sorrir faz Bem e fazer outra pessoa Sorrir, melhor ainda! Vamos juntos!

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