Eleições 2018 – Quem Vai Ajudar a Cuidar da Saúde Pública do Brasil? Sem Avaliações.

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É um tema mais INFORMATIVO E DIVERTIDO que o outro!

E vamos continuar a falar sobre Sorriso, Saúde e Eleições?

Pois não se fala em outra coisa, não é mesmo?

E como ficou o coração no último domingo?

Todos aqui querendo que o país melhore a sua representação, não é mesmo?

E vamos relembrar sobre o que falamos sobre Saúde e Eleições:

Já falamos sobre a polêmica da declaração do Bolsonaro em 2017 em que associa problemas bucais a Partos Prematuros. Caso queira ler sobre o assunto que bombou, clique no link:  http://www.radiologiaabreu.com.br/problemas-dentarios-causam-parto-prematuro/

Falamos também sobre como começou a Saúde no Brasil, desde o descobrimento até os dias de hoje. Falamos dos pontos positivos e dos pontos a melhorar, bem como o que cada candidato aos cargos de 2018 (deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente) podem fazer pela nossa Saúde. E também tem o link caso queira falar sobre isso. http://www.radiologiaabreu.com.br/a-saude-publica-no-brasil-merece-um-sorriso/

Na semana passada falamos sobre as principais propostas de mais de 30 candidatos a diversos cargos para a Saúde. Clique no link para saber quais foram!

E que Venham as Propostas dos Candidatos de 2018 para a Saúde!

E essa semana Vamos saber exatamente quem cuida da nossa Saúde Pública do País. Preparados?

Eleições 2018 – Quem Vai Cuidar da Saúde do Brasil?

Existe uma divisão de responsabilidades entre os três poderes: Federal, Estadual e Municipal. Cada um tem as suas funções, os seus limites de atuação, mas o ideal para o funcionamento do sistema de saúde nas cidades é a gestão conjunta de todos esses atores.

Existem Conselhos Municipais que versam sobre temas diferentes. E um deles é o Conselho Municipal da Saúde (CMS).

Responsabilidade da Prefeitura

A Prefeitura é o principal órgão responsável pela área da saúde.

O prefeito e a equipe de gestão dos serviços, pela Secretaria Municipal de Saúde, que são os responsáveis pelas ações serviços de saúde naquele local. Assim, tanto a criação de políticas públicas municipais como a aplicação de políticas nacionais e estaduais devem ser feitas pela equipe do município.

O planejamento de ações no Sistema Único de Saúde em âmbito local dependerá de recursos próprios do município (mínimo de 15% de sua receita) e dos repassados pela União e pelo estado.

 

Responsabilidade do Governo dos Estados

Aos governos estaduais está atribuída a gestão das políticas públicas estaduais por meio de uma secretaria.

Com esse meio, devem criar suas próprias políticas de saúde, assim como apoiar a execução de políticas nacionais e municipais, utilizando seus próprios recursos – mínimo de 12% da receita.

Devem, também, coordenar as ações do SUS em todo o estado e fazer o repasse de recursos da União aos municípios, de acordo com os que tiverem maior ou menor demanda.

 

Responsabilidade da Presidência da República

Como o Governo Federal é o órgão que mais arrecada impostos, ele é o principal responsável por financiar a saúde em todo o país. Porém, não tem a responsabilidade maior da prestação de serviços de saúde.

O dinheiro pode ficar nos cofres da União para cobrir seus gastos e também ser repassado aos estados – que então passará aos municípios, os maiores responsáveis por botar em prática as políticas da área da saúde.

O órgão que faz a gestão da saúde em âmbito nacional é o Ministério da Saúde, que faz estudos e planeja a implantação de políticas nacionais de saúde.

O Ministério da Saúde também é responsável pela criação de normas, avaliação, fiscalização e controle das ações do SUS em todo o país.

 

Atendimento da Rede Pública de Saúde Municipal

 

Eles podem existir em hospitais públicos, nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) – que devem funcionar 24h – e nas Unidades Básicas de Saúde (postos de saúde).

UBS

Por meio das UBS que ele será atendido e encaminhado a outros serviços mais especializados, dentro dos próprios postos de saúde ou nos hospitais. Ali, poderá ser encaminhado para a realização de exames ou a médicos especialistas.

Unidades de Pronto Atendimento

As Unidades de Pronto Atendimento (UPA) são estruturas de complexidade intermediária entre os postos de saúde e a emergência nos hospitais. As UPAs foram criadas com o objetivo de “desafogar” as filas nos hospitais, podendo atender a emergências e urgências também

As UPA têm uma estrutura básica, com alguns aparelhos de exames, atendimento e leitos. Mas, apesar de ter uma estrutura simples, segundo informações do Ministério da Saúde, onde existem UPAs, 97% dos casos são resolvidos na própria unidade.

Hospitais Públicos

São as estruturas que contam com o maior número de aparelhos de exames diversos, onde normalmente trabalham os especialistas de diversas áreas e onde ocorrem as cirurgias e o atendimento de casos mais complexos. Mas também vários hospitais contam com atendimento de urgência nos prontos-socorros, para casos mais graves e que exigem ação imediata.

Crise Econômica Afetou a Saúde

Com a crise econômica, alerta o especialista, muitas pessoas perderam seus empregos e planos de saúde, sobrecarregando o SUS.

A diretora do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), Ana Costa, ressalta a referência de o Brasil ter definido na sua Constituição, que a saúde é um direito e um dever do Estado. “O grande desafio é fortalecer a presença do Estado no setor. O SUS nunca teve financiamento adequado desde seu início”, pontua. Quando surgiu, 30% da seguridade social seria destinado ao sistema, mas isso foi cortado logo de cara. Depois, a CPMF foi criada para financiar o setor e acabou tendo seu fim desviado. “O poder público investe pouco. O Congresso aprovou o teto dos gastos que congela por 20 anos os investimentos, que são insuficientes para uma população que está envelhecendo e demanda mais o sistema”, aponta.

Conforme falamos na semana passada, a Saúde do Brasil merece Socorro!

E muita atenção por parte dos candidatos.

Vou transcrever novamente as propostas dos presidenciáveis e de candidatos a outros cargos, que tenham a ver com a Saúde Geral e Bucal.

Lembro que tive um pouco de dificuldade em buscar propostas na área da Saúde Bucal, e muitas delas são propostas de candidatos dentistas, o que é bastante interessante.

Então, vou dar destaque a algumas propostas de cada um dos candidatos.

Candidatos a Presidente da República

O posto do Ministério da Saúde sempre foi cobiçado nos governos.

Não é à toa.

Ele é um dos maiores orçamentos da Esplanada – R$ 131,2 bilhões em 2018. Além disso, tem grande capilaridade no País.

Os reflexos disso ficam claros quando se analisa a rotatividade no posto.

Em três anos, quatro ministros ficaram à frente da pasta. Na equipe do atual ministro – Gilberto Occhi –, só um secretário é médico: o secretário executivo, Adeilson Cavalcante.

A revitalização do Sistema Único de Saúde (SUS), responsável pelo atendimento exclusivo de cerca de 75% da população brasileira, hoje estimada em 208,5 milhões de pessoas, está entre os principais desafios do próximo presidente da República, juntamente com a segurança pública e a geração de empregos.

Segundo dados do Ministério da Saúde, o SUS é um dos maiores sistemas de saúde do mundo: em 2017 foram realizados 3,9 bilhões de atendimentos na rede credenciada.

Entre os procedimentos mais frequentes, ao longo do ano passado, estão, por exemplo, consulta médica em atenção básica e especializada, visita domiciliar, administração de medicamentos em atenção básica e especializada, aferição de pressão arterial e atendimento médico em UPA (Unidade de Pronto Atendimento).

A estrutura do SUS em todo o Brasil envolve 42.606 unidades básicas de saúde e o mesmo número de equipes do programa Saúde da Família, 596 UPAs, 2.552 centros de atenção psicossocial (Caps), 1.355 hospitais psiquiátricos, 436.887 leitos, 3.307 ambulâncias, 219 bancos de leite humano e 4.705 hospitais conveniados (públicos, filantrópicos e privados).

 

FERNANDO HADDAD

 

– Manter e ampliar o SUS, bem como programas como Mais Médicos, Saúde da Família e Farmácia Popular;

– Retomará e ampliará” investimentos em estruturas da Rede de Atenção Psicossocial;

– Promover a Saúde integral da mulher para o pleno exercício dos direitos sexuais e reprodutivos”;

– Sobre a população LGBT, o programa diz que o candidato “fortalecerá uma perspectiva inclusiva, não-sexista, não-racista e sem discriminação e violência”;

– Seu governo “fortalecerá a regionalização dos serviços de saúde,

– O programa petista propõe a criação, em parceria com estados e municípios, da “Rede de Especialidades Multiprofissional”. Trata-se de estruturas regionais fixas e móveis com médicos especialistas;

– Inovação na saúde, ampliando a aplicação da internet e de aplicativos na promoção, prevenção, diagnóstico e educação em saúde”.

JAIR BOLSONARO

– Defende um melhor uso dos recursos atualmente aplicados em saúde e propõe uma integração dos atendimentos público e privado;

– PRONTUÁRIO ELETRÔNICO nacional interligado;

– Defende a informatização de ambulatórios e hospitais “com todos os dados do atendimento, além de registrar o grau de satisfação do paciente ou do responsável”;

– Propõe o “credenciamento universal dos médicos” para que “toda força de trabalho da saúde” possa ser usada pelo SUS;

– Vai criar a carreira de “Médicos de Estado” para “atender às áreas remotas e carentes do Brasil”;

– Aprovar a imigração de médicos para o Brasil no programa “Mais Médicos” somente com aprovação no REVALIDA;

– Importância da saúde bucal entre gestantes – programa que visa reduzir o número de partos prematuros.

– Incluir profissionais de educação física no programa de Saúde da Família, para combater sedentarismo, obesidade e suas consequências.

– Foi um dos 19 coautores do PL 4.639/2016, que autoriza o uso da fosfoetanolamina sintética por pacientes diagnosticados com neoplasia maligna, conhecida como a “pílula do câncer”. A lei foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

– Apresentou também o PL 1.127/2007, que institui a Semana Nacional da Saúde Masculina. “Os homens são mais resistentes a buscar ajuda, não apenas nos problemas de saúde. São muito menos aplicados do que as mulheres no conhecimento e controle dos fatores de risco das doenças que os acometem com maior frequência”, justifica no projeto.

 

PRINCIPAIS CANDIDATOS A GOVERNADOR POR SP

Temos que o conselheiro estadual da Saúde Mauri Bezerra dos Santos Filho defende que o próximo governante deve se empenhar em apoiar os municípios na implementação de serviços de atenção básica e composição de equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF). “Hoje, um dos maiores gargalos que temos é na atenção básica das cidades do interior. É um atendimento fundamental, que atua prevenção dos problemas e reduz os gastos com saúde, mas que muitas cidades não dão conta de realizar sozinhas”, afirmou.

Outra ação que os candidatos deveriam focar é a implementação de serviços de atendimento ambulatorial, de forma a desafogar os hospitais gerais e regionais. “Muitas vezes as pessoas acabam indo para um grande hospital por um problema simples, que poderia ser resolvido com atendimento ambulatorial. É muito importante que o governo estadual atue apoiando os municípios financeiramente na constituição desse serviço, de forma que você desafoga os grandes hospitais e coloca a unidade mais próxima da população”, explicou.

JOÃO DÓRIA

– “Corujão” – realizar todos os exames disponíveis na rede municipal, e não apenas apenas ultrassonografias, mamografias, tomografias, ecocardiografias, densitometrias e ressonâncias.

-Deixar às disposição da população remédios e os programas exitosos aplicado na cidade de São Paulo,

MÁRCIO FRANÇA

 “Minha proposta é de poder diminuir as filas. Temos 60 AMES (Ambulatórios Médicos de Especialidades). Vamos abri-los aos finais de semana e zerar as filas”;

Reciclou a proposta de ampliar o acesso a serviços essenciais de saúde, como redes Hebe Camargo de Combate ao Câncer e a reabilitação Lucy Montoto, que já constava no plano de governo de Geraldo Alckmin (PSDB), ou dele próprio, que era vice em 2014.

Propõe a ampliação da ESF (Estratégia da Saúde da Família). Ela busca promover a qualidade de vida da população brasileira e intervir nos fatores que colocam a saúde em risco, como falta de atividade física, má alimentação e o uso de tabaco. Com atenção integral, equânime e contínua, a ESF se fortalece como uma porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fala em ampliar a rede especializada de internação para tratamento de dependentes químicos, sem explicar se seriam serviços próprios ou comunidades terapêuticas.

Pretende manter o apoio financeiro aos hospitais filantrópicos e às Santas Casas de Misericórdia.

Propõe construir e reformar Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), em parceira com os municípios.

SENADORES ELEITOS POR SP

MAJOR OLÍMPIO – Senador – SP

 

– Diz que a pior prestação de serviço público em todos os estados é o da saúde, mas a maior preocupação do cidadão brasileiro, é a segurança”,

MARA GABRILI – Senado – SP

  • Defesa da atualização da tabela do SUS, que há 20 anos não é alterada;
  • Adotar medidas que impeçam reajustes abusivos de planos e seguros privados de saúde;
  • Propor a definição e garantir a efetiva aplicação de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas para o tratamento das mais diversas doenças e condições;
  • Fomentar incorporação e o acesso de tecnologias de ponta no SUS e debater a necessidade de aprimoramento da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS;
  • Promover estratégias de capacitação permanente de equipes que atuam no SUS, para atendimento e orientação à pessoa com deficiência e seus atendentes pessoais;
  • Ofertar órteses, próteses, meios auxiliares de locomoção, medicamentos, insumos e fórmulas nutricionais;
  • Desburocratizar o acesso aos medicamentos de alto custo, com a ampliação do número de farmácias de dispensação nos serviços de saúde estaduais localizados nos municípios;
  • Promover ações preventivas em saúde, como a ampliação dos exames do teste de pezinho;
  • Ampliar a cobertura dos programas de Saúde da Família e da Rede Cegonha em todo o território nacional;
  • Fortalecer os Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional de Saúde para a formulação e monitoramento das politicas públicas;
  • Possibilitar às pessoas com erros inatos do metabolismo o acesso a alimentos para fins especiais e fórmulas nutricionais, mediante a desoneração de produtos importados e de promoção de medidas que estimulem também a produção nacional (proposta colhida entre os participantes de evento promovido no dia 25 de agosto de 2018, em meu Comitê, com a qual me comprometo);
  • Fortalecer iniciativas das sociedades civil e econômica de promoção da ética na saúde;
  • Rediscutir a sistemática de dispensação de órteses e próteses a fim de garantir eficiência no processo, capilaridade no acesso e produtos de melhor qualidade;
  • Promover a assistência a dependentes de álcool e outras drogas, mediante o fortalecimento do serviço de assistência primária das unidades básicas de saúde, da formação de recursos humanos atuantes na assistência secundária e das unidades terapêuticas em nível de reabilitação nos hospitais universitários;
  • Propor a notificação compulsória do diagnóstico de doenças raras, a fim de superar a déficit de informações para a produção de políticas públicas ao segmento;
  • Propor a criação de uma instância de participação e controle social, no âmbito da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, com o objetivo de fiscalizar as ações promovidas pelo Poder Público e promover seu aperfeiçoamento;
  • Garantir ações de promoção, prevenção e recuperação em saúde com a ampliação de exames ginecológicos à todas as mulheres, com atenção às características das mulheres com deficiência e mobilidade reduzida;
  • Promover estratégias de capacitação permanente de equipes que atuam no SUS, para o atendimento, acolhimento e orientação às pessoas com deficiência que sofreram violação dos direitos sexuais e reprodutivos e a suas famílias;
  • Promover ações preventivas em saúde, como a ampliação dos exames do teste de pezinho e do teste da orelhinha;

Veja os 70 Deputados Federais eleitos por São Paulo

  1. Eduardo Bolsonaro  (PSL)  – 1.843.735 votos
  2. Joice Hasselmann  (PSL)  – 1.078.666 votos
  3. Celso Russomanno  (PRB) – 521.728 votos
  4. Kim Kataguiri  (DEM)- 465.310 votos
  5. Tiririca  (PR) – 453.855 votos
  6. Tabata Amaral  (PDT)  – 264.450 votos
  7. Policial Katia Sastre  (PR) – 264.013 votos
  8. Sâmia Bomfim  ( PSOL)- 249.887 votos
  9. Capitão Augusto (PR ) – 242.327 votos
  10. Pastor Marco Feliciano (PODE) – 239.784 votos
  11. Baleia Rossi  (MDB)  – 214.042 votos
  12. Vinicius Poit  (Novo) – 207.118 votos
  13. Luiza Erundina  (PSOL) – 176.883 votos
  14. Renata Abreu  (PODE) – 161.239 votos
  15. Rui Falcão (PT ) – 158.389 votos
  16. Alexandre Frota (PSL) – 155.522 votos
  17. Ivan Valente  (PSOL) – 155.334 votos
  18. Marcos Pereira (PRB) – 139.165 votos
  19. Carlos Zarattini  (PT) – 137.909 votos
  20. Marco Bertaiolli  (PSD) – 137.628 votos
  21. Marcio Alvino  (PR) – 135.844 votos
  22. Guilherme Mussi  (PP) – 134.301 votos
  23. Arnaldo Jardim (PPS) – 132.363 votos
  24. Alex Manente (PPS) – 127.366 votos
  25. Bruna Furlan (PSDB) – 126.847 votos
  26. Carlos Sampaio (PSDB)  – 125.666 votos
  27. Nilto Tatto  (PT) – 124.281 votos
  28. Ricardo Izar (PP) – 121.869 votos
  29. Vitor Lippi (PSDB) – 120.529 votos
  30. Tenente Derrite (PP) – 119.034 votos
  31. Cezinha de Madureira (PSD) – 119.024 votos
  32. Fausto Pinato  (PP) – 118.684 votos
  33. Luiz Philippe O. Bragança (PSL) – 118.457 votos
  34. Alexandre Leite (DEM) – 116.416 votos
  35. Paulo Freire Costa (PR) – 109.461 votos
  36. Enrico Misasi (PV) – 108.038 votos
  37. Rosana Valle (PSB) – 106.100 votos
  38. Samuel Moreira (PSDB) – 103.215 votos
  39. Vanderlei Macris (PSDB) – 102.708 votos
  40. Rodrigo Agostinho (PSB) – 100.179 votos
  41. Jefferson Campos (PSB) – 99.974 votos
  42. David Soares (DEM) – 99.865 votos
  43. Coronel Tadeu (PSL) – 98.373 votos
  44. Vinicius Carvalho (PRB) – 97.862 votos
  45. Eduardo Cury (PSDB) – 94.282 votos
  46. Miguel Lombardi (PR) – 93.093 votos
  47. Eli Corrêa Filho (DEM) – 92.257 votos
  48. Gilberto Nascimento (PSC) – 91.797 votos
  49. Geninho Zuliani (DEM) – 89.378 votos
  50. Alexandre Padilha (PT)  – 87.576 votos
  51. Arlindo Chinaglia (PT)  – 87.449 votos
  52. Professor Luiz Flavio Gomes (PSB) – 86.433 votos
  53. Roberto Alves (PRB) – 82.097 votos
  54. Junior Bozzella (PSL) – 78.712 votos
  55. Paulo Teixeira (PT)  – 78.512 votos
  56. Milton Vieira (PRB) – 77.413 votos
  57. Carla Zambelli (PSL) – 76.306 votos
  58. Paulinho da Força (SD) – 75.613 votos
  59. Luiz Carlos Motta (PR)  – 75.218 votos
  60. General Peternelli (PSL) – 74.190 votos
  61. Maria Rosas (PRB) – 71.745 votos
  62. Vicentinho (PT)- 70.645 votos
  63. Abou Anni (PSL) – 69.256 votos
  64. Alencar Santana (PT) – 67.892 votos
  65. Orlando Silva (PC do B) – 64.822 votos
  66. Adriana Ventura (Novo)  – 64.341 votos
  67. Roberto de Lucena (PODE) – 56.033 votos
  68. Herculano Passos (MDB) – 49.653 votos
  69. Alexis (Novo) – 45.298 votos
  70. Guia Peixoto (PSL) – 31.718 votos

Veja os 94 Deputados Estaduais eleitos por SP

  1. Janaina Paschoal (PSL) – 2.060.786 Votos
  2. Arthur Mamãe Falei (DEM) – 478.280 Votos
  3. Carlos Giannazi (PSOL) – 218.705 Votos
  4. Coronel Telhada (PP) – 214.445 Votos
  5. Gil Diniz (PSL) – 214.037 Votos
  6. Daniel José (Novo) – 183.480 Votos
  7. Jorge Wilson Xerife Consumidor (PRB) – 177.414 Votos
  8. Caio França (PSB) – 162.166 Votos
  9. Delegado Olim (PP) – 161.569 Votos
  10. Mônica da Bancada Ativista (PSOL) – 149.844 Votos
  11. Edmir Chedid (DEM) – 131.531 Votos
  12. Major Mecca (PSL) – 129.411 Votos
  13. Heni Ozi Cukier (NOVO) – 130.214 Votos
  14. André do Prado (PR) – 123.313 Votos
  15. Alex de Madureira (PSD) – 118.294 Votos
  16. Professor Kenny (PP) – 117.567 Votos
  17. Marta Costa (PSD) – 117.156 Votos
  18. Conte Lopes (PP) – 116.806 Votos
  19. Campos Machado (PTB) – 115.580 Votos
  20. Carlos Cezar (PSB) – 115.566 Votos
  21. Cauê Macris (PSDB) – 114.690 Votos
  22. Reinaldo Alguz (PV) – 114.352 Votos
  23. Analice Fernandes (PSDB) – 110.089 Votos
  24. Bruno Ganem (PODE) – 106.203 Votos
  25. Milton Leite Filho (DEM) – 105.492 Votos
  26. Delegado Bruno Lima (PSL) – 103.823 Votos
  27. Fernando Cury (PPS)- 99.815 Votos
  28. Daniel Soares (DEM)- 97.330 Votos
  29. Barba (PT) – 91.394 Votos
  30. Carla Morando (PSDB) – 89.636 Votos
  31. Rogério Nogueira (DEM)- 89.040 Votos
  32. Barros Munhoz (PSB) – 87.494 Votos
  33. Professora Bebel (PT) – 87.169 Votos
  34. Rodrigo Gambale (PSL) – 86.981 Votos
  35. Enio Tatto (PT)- 86.744 Votos
  36. Altair Moraes (PRB) – 86.230 Votos
  37. Luiz Fernando (PT) – 85.271 Votos
  38. Cezar (PSDB) – 84.657 Votos
  39. Edna Macedo (PRB) – 84.144 Votos
  40. Caruso (MDB) – 83.758 Votos
  41. Gilmaci Santos (PRB)- 82.678 Votos
  42. Itamar Borges (MDB) – 82.185 Votos
  43. Marcos Damasio (PR) – 81.695 Votos
  44. Rafa Zimbaldi (PSB) – 80.789 Votos
  45. Paulo Fiorilo (PT) – 80.430 Votos
  46. Wellington Moura (PRB)- 80.271 Votos
  47. Dalben (PR) – 79.564 Votos
  48. Jose Americo (PT) – 78.326 Votos
  49. Ricardo Madalena (PR) – 77.554 Votos
  50. Léo Oliveira (MDB) – 76.703 Votos
  51. Rodrigo Moraes (DEM) – 75.845 Votos
  52. Sebastião Santos (PRB) – 75.280 Votos
  53. Douglas Garcia (PSL) – 74.351
  54. Maurici (PT) – 74.254 Votos
  55. Carlão Pignatari (PSDB) – 74.006 Votos
  56. Thiago Auricchio (PR) – 73.435 Votos
  57. Rafael Silva (PSB) – 71.992 Votos
  58. Maria Lúcia Amary (PSDB) – 70.743 Votos
  59. Roque Barbiere – Roquinho (PTB) – 70.076 Votos
  60. Roberto Engler (PSB) – 69.969 Votos
  61. Marcos Zerbini (PSDB) – 69.296 Votos
  62. Emidio de Souza (PT) – 65.898 Votos
  63. Mauro Bragato (PSDB) – 65.475 Votos
  64. Vinicius Camarinha (PSB) – 65.441 Votos
  65. Leci Brandão (PCdoB) – 64.487 Votos
  66. Marcia Lia (PT) – 63.751 Votos
  67. Roberto Morais (PPS) – 63.447 Votos
  68. Delegada Graciela (PR) – 63.089 Votos
  69. Jorge do Carmo (PT) – 61.751 Votos
  70. Ed Thomas (PSB) – 61.371 Votos
  71. Leticia Aguiar (PSL) – 60.909 Votos
  72. Estevam Galvão (DEM) – 59.548 Votos
  73. Ataide Teruel (PODE) – 58.136
  74. Érica Malunguinho da Silva (PSOL) – 55.223
  75. Valeria Bolsonaro (PSL) – 54.519 Votos
  76. Isa Penna (PSOL) – 53.838 Votos
  77. Alexandre Pereira (SOLIDARIEDADE) – 49.741 Votos
  78. Paulo Correa Jr (PATRI) – 46.438 Votos
  79. damaris Moura (PHS) – 45.103 Votos
  80. Tenente Nascimento (PSL) – 45.050 Votos
  81. Marcio da Farmacia (PODE) – 44.969 Votos
  82. Aprígio (PODE) – 43.320 Votos
  83. Adriana Borgo (PROS) – 41.953 Votos
  84. Marina Helou (REDE) – 39.839 Votos
  85. Agente Federal Danilo Balas (PSL) – 38.661 Votos
  86. Marcio Nakashima (PDT) – 38.081 Votos
  87. Castelo Branco (PSL) – 38.026 Votos
  88. Sargento Neri (AVANTE) – 34.238 Votos
  89. Sergio Victor (NOVO) – 29.909 Votos
  90. Ricardo Mellao (NOVO) – 27.150 Votos
  91. Adalberto Freitas (PSL) – 26.153 Votos
  92. Frederico D’avila (PSL) – 24.470 Votos
  93. Tenente Coimbra (PSL) – 24.109 Votos
  94. Coronel Nishikawa (PSL) – 23.094 Votos

E porque devemos acompanhar?

Dado preocupante: Segundo artigo na revista Exame, “Não há propostas para a saúde.”

Segundo es entrevistados, poderiam ser boas propostas: Uso inteligente da tecnologia e dos dados disponíveis, novas políticas públicas, manutenção e melhoria do SUS, modernização das escolas de Medicina e aumento da eficiência na integração dos setores privado e público

Porém, segundo o autor, faltam propostas claras. Diz que alguns se comprometem com o SUS, mas isso é básico, não é discussão não manter o SUS.

É comentado que está faltando discutir a questão do congelamento de gastos por vinte anos proposto pela emenda constitucional 95.

Edgar Rizzatti, diretor-executivo médico e técnico do Grupo Fleury, concorda que falta tal ponto no debate dos candidatos. “Não vemos preocupações claras dos candidatos com a saúde, não vemos preocupação em discutir a questão do subfinanciamento da área de saúde. Há uma quebra entre o que a população quer saber sobre saúde e o que os candidatos falam”, diz.

E para se pensar, devemos observar quem são os representantes da saúde em nosso país e o que eles têm feito até agora.

Na verdade, vale a pena nós nos informarmos de como é a administração da saúde pública do país, para podermos emitir alguma opinião e saber o que poderia ser feito para melhorar.

CPI da Saúde 

Além disso, é conhecido que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga os contratos das Organizações Sociais de Saúde (OSS) com o governo do estado ouviu o representante do Conselho Estadual de Saúde na Comissão de Avaliação dos Contratos de Gestão das organizações, Mauri Bezerra dos Santos Filho.

Dentre os principais problemas elencados até agora são:

  1. Gestão dos serviços de saúde pelas entidades privadas: falta de fiscalização pela Secretaria de Estado da Saúde sobre os serviços realizados;
  2. Falta de fiscalização sobre a forma como o dinheiro repassado é gasto;
  3. Remuneração de diretores em valores muito superiores ao teto do funcionalismo estadual;
  4. Manutenção de uma taxa de administração em torno de 5% do valor do contrato, de cujos gastos não são prestadas contas detalhadas.

Hoje existem aproximadamente 8.400 contratos de gestão no estado para as 46 OSS qualificadas. Só no governo estadual, elas receberam R$ 28 bilhões nos últimos cinco anos.

Outros problemas apontados pelo presidente do TCE são a falta de critérios de capacidade técnica na escolha das OSS que vão administrar os serviços, contratos que visam apenas a facilitar a contratação de mão de obra, sem implicações com a Lei de Responsabilidade Fiscal – por lei, os governos podem comprometer até 49% do orçamento com pessoal –, desvios no plano de trabalho, orçando ações nunca realizadas ou incluindo despesas no andamento dos contratos

INTERESSES PÚBLICOS OU PRIVADOS?

Segundo a avaliação de Gastão Wagner de Souza Campos (presidente da ABRASCO – Associação brasileira de Saúde Coletiva), mesmo a dimensão técnica é falha porque infiltrada por interesses privados. “Como a gestão do SUS é pública, ainda que terceirizada, o Sistema sofre todas as mazelas do Estado brasileiro. Patrimonialismo, produção de iniquidades.

O orçamento público brasileiro, mesmo a parte que não é privatizada, é reapropriada pelos estratos de maior renda. Os cargos de gestão são todos de confiança, preenchidos por critérios políticos, desde o coordenador da unidade básica até o diretor de hospital. O ministro, esse não tem nada a ver com saúde pública”, enumera.

E embora o SUS tenha entre seus princípios a gestão participativa, ao longo desses 30 anos isso influiu muito pouco, diz Gastão. “No cotidiano a gente tem uma concentração de poder nos tais gestores. Muito grande. E os gestores são absolutamente dependentes dos prefeitos, dos governadores porque são indicados por eles. Então tem uma dificuldade de gestão não só no sentido de buscar efetividade, mas buscar a radicalidade do compromisso com o direito à saúde. E não interesses político-partidários, empresariais, corporativos”.

Seu mantra é que o SUS não tem problema de financiamento e, sim, de gestão.

VERBA DA SAÚDE É A MAIOR DE TODAS AS PASTAS DO GOVERNO

O posto sempre foi cobiçado nos governos. Não é à toa. Ele é um dos maiores orçamentos da Esplanada – R$ 131,2 bilhões em 2018. Além disso, tem grande capilaridade no País.

Os reflexos disso ficam claros quando se analisa a rotatividade no posto. Em três anos, quatro ministros ficaram à frente da pasta. Na equipe do atual ministro – Gilberto Occhi –, só um secretário é médico: o secretário executivo, Adeilson Cavalcante. “Há grande desconfiança”, diz Temporão.

Em 2017, a União aplicou R$ 115,3 bilhões em saúde, o que representa 43,4% do total de recursos públicos investidos no SUS. Os municípios entraram com R$ 81,8 bilhões (30,8%), e os estados com R$ 68,3 bilhões (25,8%).

VAMOS SER CIDADÃOS E COBRAR MELHORA!

Assim o nosso papel como cidadãos é o deconhecer a Saúde do nosso bairro e nos unirmos para que as condições melhores.

E procurando os responsáveis para exigir melhoras reais e efetivas.

Referências:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2018-09/futuro-presidente-tera-de-enfrentar-financiamento-do-sus

https://congressoemfoco.uol.com.br/eleicoes/na-camara-bolsonaro-prioriza-militares-e-ignora-saude-e-educacao/

https://panoramafarmaceutico.com.br/2018/09/13/nao-ha-propostas-para-a-saude-diz-ex-diretor-da-anvisa-sobre-eleicoes/

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica_e_administra%C3%A7%C3%A3o_p%C3%BAblica_do_munic%C3%ADpio_de_S%C3%A3o_Paulo

https://www.politize.com.br/saude-municipio-qual-a-responsabilidade/

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/eleicoes/2018/noticia/2018/10/08/veja-os-candidatos-a-deputado-estadual-eleitos-em-sp.ghtml

https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2018/05/conselho-estadual-de-saude-vai-expor-problemas-na-gestao-da-saude-por-oss

http://sindsaudesp.org.br/novo/noticia.php?id=5725

http://www.cee.fiocruz.br/?q=os-sistemas-de-saude-publica-brasileiro-e-ingles-enfrentam-dilemas-no-ano-em-que-completam-30-e-70-anos

https://www.imaginie.com.br/enem/tema-de-redacao/debate-sobre-a-saude-publica-no-brasil

 

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Sobre o Autor: Paula Pinheiro Abreu

Olá! Sou Paula Abreu. Sou formada em Odontologia pela UNESP de São José dos Campos e especialista em Radiologia e Imaginologia Odontológica pela USP (FUNDECTO). Estou atenta a tudo o que acontece no dia-a-dia e acredito que uma situação por mais simples que seja, podem nos ajudar a melhorar. Depende de nosso olhar! Porque Sorrir faz Bem e fazer outra pessoa Sorrir, melhor ainda! Vamos juntos!

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